Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


Aparecida




Vamos trocar idéias, opiniões, interagir?

Tem algum comentário ou sugestão para fazer?

Escreva para nós no e-mail: cafecomleituranarede@gmail.com


Loja Virtual

A loja virtual "Café com leitura na rede" está a todo vapor, e convidamos você a visitar nossa loja, lá lhe aguardam ótimos preços, opções para todos os gostos e um atendimento muito, muito especial e amigo.

Acesse agora mesmo:


Abraços


Equipe Café com Leitura na Rede.



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Feliz Dia das Crianças-

                                                                               

Para comemorar o dia das crianças, selecionamos alguns títulos para os pequenos, para a galerinha que vai começar a ler agora e para leitores de todas as idades que sempre vão trazer em seus corações as crianças que foram um dia.
Entrem conosco nesse universo mágico da literatura!


Winnie, a ursinha Pooh

Winnie, a ursinha Pooh - A verdadeira história do ursinho mais famoso do mundo
Você sabia que o ursinho Pooh existiu mesmo? E que ele era uma ursa?
Esta é a verdadeira história da ursa Winnie, que serviu de inspiração para o personagem do Ursinho Pooh. E é uma aventura inspiradora, recheada de amizade e dedicação aos animais.
Tudo começou quando Winnie era apenas uma filhotinha e foi comprada de um caçador por um veterinário que amava animais. Juntos, eles atravessaram o mar, indo do Canadá até a Inglaterra na época da 1ª Guerra Mundial.
Mas, quando o veterinário teve que partir para a batalha, levou Winnie para um lugar seguro: o zoológico de Londres. E foi lá que ela conheceu Christopher Robin! E o pai de Christopher era um escritor, que acabou escrevendo a história do... Você sabe de quem, não é?




O Sonho de Lu Shzu

O Sonho de Lu Shzu trata com delicadeza e sensibilidade a exploração do trabalho infantil.
A história é contada por uma boneca de uma menina chinesa que é trabalhadora de uma fábrica de brinquedos e que tem um sonho dentro deste contexto não muito favorável a ele.




Flávia e o Bolo de Chocolate

Em meio aos questionamentos da pequena Flávia sobre a sua pele marrom – tão diferente da pele branquinha da mãe –, a premiada jornalista Míriam Leitão aborda temas delicados como adoção e questões raciais de forma sensível e lúdica para os pequenos.
Com belas ilustrações de Bruna Assis Brasil, a autora, ganhadora do Prêmio FNLIJ 2014 na categoria Escritor Revelação por seu livro infantil de estreia, A perigosa vida dos passarinhos pequenos, mostra que o mundo é feito de diferentes cores, pessoas e sabores.
E que é justamente isso que o torna tão rico. Flávia e o bolo de chocolate é o terceiro livro infantil de Míriam Leitão, autora também de A menina de nome enfeitado.




Colo de Avó

Há quem diga que não tem avó ou que já teve e não tem mais, mas é engano. Todo mundo tem avó. Tem avó que a gente conhece, tem avó que a gente não chega a conhecer. Tem avó de sangue, tem avó por adoção. De um jeito ou de outro, nossas avós estão sempre com a gente: é delas que vem nosso jeito especial ou aquele ditado que ninguém da família esquece. Esse livro é uma homenagem ao tipo mais maravilhoso de avó: aquela que tem o colo mais macio, o abraço mais apertado e, no lugar do coração, tem um ninho, sempre pronto, à espera do netinho.




Lá e Aqui

A escritora Carolina Moreyra aborda com rara delicadeza um assunto difícil: a separação dos pais. Com o traço simples e característico de Odilon Moraes - ilustrador premiado que vem desenhando a mais fina literatura infantojuvenil - imagem e texto se unem em Lá e Aqui para contar que a separação, aos olhos de uma criança, pode ser vivida de uma maneira positiva, sem no entanto menosprezar o sofrimento inicial.


As Cores dos Pássaros

No tempo em que os pássaros ainda não eram coloridos, Dona Coruja teve uma ideia e tingiu as próprias penas. Outros pássaros ficaram encantados. Foram chegando e também pediram cores. Mas algo inesperado aconteceu e mudou a história e a natureza para sempre. Numa narrativa poética e inspiradora, a autora convida o leitor a soltar a imaginação, alçar voo e passear pelas palavras e pinceladas.




A Cozinha Encantada dos Contos de Fadas

Cozinhar é uma tarefa mágica. Um punhado de farinha, manteiga e ovos pode se tornar um lindo bolo, assim como um copo de leite gelado com sorvete e morangos vira um delicioso milk-shake. Com um pouco de persistência e criatividade, as coisas se transformam, ganham brilho, vida e graça, como num passe de varinha de condão. Neste livro, Katia Canton reuniu o encanto da culinária com a fantasia dos contos de fadas para apresentar as diversas receitas que aparecem em histórias como Cinderela, Pele de Asno, O Gato de Botas e muitas outras.



A Revolta dos Gizes de Cera

O pobre Diego só quer colorir. Mas quando ele abre a caixa de gizes de cera, ele encontra apenas bilhetes, todos dizendo a mesma coisa: seus gizes estão revoltados! Eles entraram em greve! O Preto não queria ser usado apenas para contornar desenhos. O Bege está cansado de ser chamado de marrom-claro, de amarelo-escuro e de ser usado apenas para pintar trigo. O Azul precisa de férias, pois está exausto de tanto colorir gotas de chuva, lagos e oceanos! Já o Laranja e Amarelo não estão mais se falando. Cada um deles acredita ser a verdadeira cor do sol. O que será que Diego pode fazer para acalmar todos os gizes de cera para que voltem a fazer o que sabem de melhor?


Quem vem comigo carimbar o passaporte para um mundo de aventuras?
E aí pessoas lindas, qual desses livros, já leram?
Qual gostariam de ler?
Que livro vocês indicam para os pequenos?


Beijos enormes, abraços literários e até a próxima!


terça-feira, 10 de outubro de 2017

Ninguém Vira Adulto de Verdade-

                                                                                 


"As tirinhas certeiras de Sarah Andersen, que já contam com mais de 1 milhão de fãs no Facebook, registram lindos fins de semana passados de pernas pro ar na internet, a agonia de andar de mãos dadas com alguém de quem estamos a fim (e se os dedos ficarem suados?!), a longa espera diária para chegar em casa e vestir o pijama, e a eterna dúvida de quando, exatamente, a vida adulta começa. Em outras palavras, este livro é sobre as estranhezas e peculiaridades de ser um jovem adulto na vida moderna. A sinceridade com que Sarah Andersen lida com temas como autoestima, timidez, relacionamentos e a frequência com que lavamos o sutiã torna impossível não se identificar com esses quadrinhos hilários e carismáticos."


Quando você está de ressaca literária, entrou no segundo dos quatro meses “bro” e sabe que não vai cumprir a meta de ler um livro por semana, é de um livro assim que você precisa!
Essa foi uma das leituras mais divertidas que fiz nesse ano.
Sabia que a obra seria bem-humorada, até porque o livro é um apanhado de tirinhas falando sobre as dificuldades do cotidiano de uma maneira divertida e abordando temas como autoestima, insegurança profissional e relacionamentos amorosos reais e não idealizados.
                                                                                


Cada página do livro traz uma tirinha diferente onde companhamos o dia a dia de uma mulher que amar ler, gastar com coisas que nem sempre são necessárias (quem nunca?), amar, amar e amar mais, chorar ou ter um dia de ira na TPM e enlouquecer quando precisa tomar decisões.
                                                                             


Assim refletimos sobre nossa própria vida, não apenas aqueles grandiosos e complexos questionamentos, mas também aquelas coisas pequenininhas que fazem parte da nossa vida.
Como, por exemplo, a felicidade que proporciona o cheiro de um livro novo, vestir uma roupa velha e confortável ou passar o dia todo vendo Netflix.
                                                                                


Por falar de coisas simples e reais a conexão com a narrativa é imediata.
Foi uma surpresa encontrar alguém que assim como eu enfrenta os mesmos problemas e que encontra conforto nos mesmos lugares – livros, chocolates, séries de TV e abraço do namorado. Apesar dessa identificação com o público jovem feminino, penso que pessoas de todas as idades e os meninos também vão gostar bastantão desse livro.
                                                                          


O traço infantil e fofo e reforça o título do livro num projeto gráfico que traz capa dura e excelente espaçamento entre as tirinhas, numa aposta 100% acertada da Seguinte.
Detalhe engraçado e fofíneo é a maneira como a autora personifica o coelho, fazendo dele um personagem.
Contemporâneo, leve, fluído e dinâmico.


Abraços Literários e até a próxima.




sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Em Águas Sombrias-

                                                                              


Sinopse: Nos dias que antecederam sua morte, Nel ligou para a irmã. Jules não atendeu o telefone e simplesmente ignorou seu apelo por ajuda. Agora Nel está morta. Dizem que ela se suicidou. E Jules foi obrigada a voltar ao único lugar do qual achou que havia escapado para cuidar da filha adolescente que a irmã deixou. Mas Jules está com um medo visceral. De seu passado há muito enterrado, da velha Casa do Moinho, de saber que Nel jamais teria se jogado para a morte.
E, acima de tudo, ela está com medo do rio, e do trecho que todos chamam de Poço dos Afogamentos…
Uma mulher aparece morta no rio que atravessa Beckford, uma cidadezinha no interior da Inglaterra. Os mistérios ao redor da sua morte vão além do esperado e envolvem diversos moradores daquele lugar. Há quem diga que ela se matou, há quem diga que foi assassinada; as respostas envolvem seu passado conturbado. Esse rio já levou a vida de muitas mulheres ao longo dos anos, desde a época da caça às bruxas, e sua história é o palco principal da investigação dessa horrenda morte.
Ela acordou no meio da noite, foi até o rio e nunca mais voltou.


Quem gostou de A Garota no Trem, conhece o universo de suspense que a autora cria tão bem e provavelmente deve ter ficado com as expectativas lá nas alturas com relação a Em Águas Sombrias.
Aqui Paula Hawkins apresenta as histórias com bastanteeeee calma (e de maneira cansativa), interligando as tragédias, conectando passados e justificando o presente de cada um conduzindo o suspense do início ao fim a respeito do que é crime e do que é suicídio, mas sem prender a atenção do leitor.
Esse livro é sobre mulheres que foram afetadas por olhares, pela pressão e julgamento das pessoas à sua volta. Das que foram afogadas condenadas por bruxaria até aquelas que nos dias atuais encontraram as respostas finais para o sofrimento em águas sombrias - independente de terem sido empurradas ou terem se jogado.
Beckford é uma cidade cercada por extenso rio, que não nasce nem morre nas redondezas, mas que
é um personagem importante, já que invariavelmente se faz presente e é ao seu redor que se desenrolam as subtramas.
No passado, condenada e deixada para se afogar naquelas águas por conta de seus conhecimentos sobre ervas e cura, Libby não escolheu seu destino, mas outras mulheres mergulharam naquelas águas por vontade própria fazendo com que o lugar ficasse conhecido como Poço dos Afogamentos.
Nel Abbott sempre teve fascínio pela água, em especial por aquele trecho abaixo do penhasco, cujas histórias que o cercavam a atraiam como imã. Fosse verão ou inverno, todos os dias ela nadava ali.
Ela nasceu e cresceu na casa do moinho com seus pais e sua irmã mais nova, Jules, e pra lá retornou depois de adulta para colocar em andamento seu projeto chamado Poço dos Afogamentos que reunia fotos, relatos sobre as mortes e tudo o mais que ela pudesse apresentar sobre o local.
Mas o projeto nunca foi concluído já que ela, aparentemente, se rendeu ao encanto do local e se jogou do penhasco.
Os fatos obrigam Jules à retornar para a cidade, local que ela detesta.
Além de acompanhar as investigações da polícia, se tornou a responsável legal de Lena, a sobrinha que ela não conhecia, uma jovem de 15 anos.

Não há muito o que contar sem tirar a surpresa de quem vai ler.
Em Águas Sombrias é um thriller que tenta confundir de todas a formas, mas sendo sincera é um livro desconexo.
A narrativa em primeira e em terceira pessoa é feita através de dez personagens diferentes, interligados e envolvidos de alguma maneira no caso, além de trechos do livro que estava sendo escrito por Nel.
Assim é possível ver determinada situação por diferentes ângulos e descobrir o significado atribuído a cada pessoa em torno de uma mesma situação.
Já nos primeiros capítulos todos demonstram que sabiam mais do que estavam dispostos a contar.
Mesmo com tantas personagens, penso em Jules como a protagonista já que em vários momentos da narrativa ela tem "conversas internas" com a irmã contando aos leitores sobre a infância delas e sobre fatos que influenciaram diretamente na relação das duas.
Os personagens e suas tramas até que foram bem construídos e a autora aprofundou questões individuais de alguns narradores, entretanto não o suficiente para criar empatia.
Os capítulos curtos proporcionaram uma leitura dinâmica, mas a história é relativamente fraca.
O ar sobrenatural não foi bem utilizado, o local se limita a ser um local para se livrar de mulheres “encrenqueiras”.
A autora tenta colocar uma pegada de feminismo na narrativa, mas não funcionou.
Aliás outra coisa que não funcionou de maneira alguma foram os relacionamentos interpessoais.
O motivo dos assassinatos e quem matou quem se torna óbvio na metade do livro.
A trama só consegue mesmo deslanchar quase no final quando finalmente passa a alinhavar as pontas soltas.

Eu sou de thrillers investigativos, suspense, histórias de mistério e tudo oque envolve esse universo e esse livro não cria o ar de tensão que faz roer as unhas de ansiedade para descobrir o que está acontecendo e é um pouco cansativo já que demora para prender a atenção.
Então sim, eu esperava muito mais. 
Ponto positivo é a diagramação que está linda, tem letras confortáveis, assim como os espaçamentos e margens, as folhas amareladas que proporcionam conforto visual e não encontrei nenhum erro de revisão.
P
ena que o que Paula Hawkins conquistou com A Garota no Trem, ela desperdiçou com Em Águas Sombrias.
Como sempre digo, cada um deve ter sua própria opinião a respeito, já que o que um ama outro pode detestar.
Se você gosta de suspense, é fã da autora e quer uma leitura descompromissada Em Águas Sombrias é uma leitura rápida e até pode ser uma experiencia interessante, desde que não crie expectativas.

Abraços Literários e até a próxima.



sábado, 30 de setembro de 2017

DIY- Como fazer um jardim no pote?????

                                                                              


Ele é fofíneo, tem a pegada da primavera, traz um pouquinho da natureza para dentro de casa, delicado, fácil de cuidar, ideal para espaços pequenos e pessoas que não tem tempo para as plantinhas, serve como objetos de decoração devido a variedade de materiais, não exige muita exposição ao sol se tornando também uma excelente opção para áreas sem muita luz natural.
Estou falando do minijardim ou jardim no pote!
Quer um pra chamar de seu?
Ele é o DIY desse mês.

                                                                                  


                                                                               

                                                                                  



O que é necessário para montar um jardim no pote
O passo a passo é simples.
 Recipiente de vidro, cerâmica ou barro  Substrato preparado com cerca de três partes de terra vegetal, duas partes de areia e uma parte de perlita Pedrinhas ou cascalhos  Mudinhas de suculentas na altura apropriada para o recipiente escolhido Enfeites como areia colorida, troncos, conchas e pequenos brinquedos Ferramentas de jardinagem ou colheres, pinças e pincéis

                                                                             

                                                                            

                                                                           
Agora é a hora de colocar a mão na massa
Certifique-se de lavar bem o recipiente escolhido com água e sabão. A secagem completa é fundamental para evitar que fungos apareçam.
Comece espalhando uma fina camada com pedrinhas e cascalhos no fundo. Elas facilitação a drenagem caso haja excesso de água.
Prefira as suculentas e cactos, já que essas espécies não precisam de muita água e sobrevivem com pouco exposição solar.
Retire as plantas do vaso preservando o torrão original de terra em volta da raiz. Assim a planta se adapta melhor ao seu novo espaço. Complete a camada de terra até a altura desejada.
Com as plantas bem fixas à terra, pressione o solo em volta do tronco para que elas se acomodem Por fim, enfeite a região com pedras, conchas, cascalhos ou areia colorida cobrindo toda a terra.

                                                                               


                                                                                

                                                                               
 Lembre-se de não exagerar na quantidade de água, se plantar numa rolha, por exemplo, utilize um conta-gotas para regar.
Coloque-as próximas a janelas, mas cuidado para não deixar o recipiente superaquecer, já que isso prejudica as plantas fazendo elas murcharem. Se for
deixá-las ao sol que seja por pouco tempo, de preferência de manhã.
Regue-as com pouca quantidade de água e somente quando o solo parecer seco, o ideal é a cada dez dias aproximadamente.
Se o recipiente for fechado, coloque ainda menos água já que ela é absorvida pela planta, evapora para a atmosfera e como é fechado, condensa no vidro e escorre novamente para umedecer o solo.
VCS também podem optar por usar borrifadores.

Quem aí se animou para fazer um jardim no pote???????
Qual modelito gostaram mais ????????

Oie pessoas lindas estou atualizando o post com algumas observações pertinentes à confecção do minijardim em lâmpadas.
A lâmpada usada é aquela antiga. A fluorescente NÃO serve pois contém mercúrio que é bastante prejudicial à saúde.
Não se esqueçam de que durante o processo vai haver quebra de vidro, por isso é INDISPENSÁVEL o uso de óculos e luvas de proteção, além de uma caixa de papelão para os cacos quebrados não se espatifarem pelo local de trabalho, mesa ou chão.
Na internet tem vários sites ensinando a fazer assim como muitos tutoriais no YouTube.
Vou deixar aqui linkado o site que usei para fazer o meu.



Beijossssss!


Abraços Literários e até a próxima.




quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Lançamento- Origem

                                                                              


Sinopse: De onde viemos? Para onde vamos?
Robert Langdon, o famoso professor de Simbologia de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbao para assistir a uma apresentação sobre uma grande descoberta que promete “mudar para sempre o papel da ciência”.
O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário Edmond Kirsch, de 40 anos, que se tornou conhecido mundialmente por suas previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia.
Um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível revolução no conhecimento… algo que vai responder a duas perguntas fundamentais da existência humana.
Os convidados ficam hipnotizados pela apresentação, mas Langdon logo percebe que ela será muito mais controversa do que poderia imaginar. De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um caos, e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre.
Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu que trabalhou na montagem do evento. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a desvendar o segredo de Edmond Kirsch.
Em meio a fatos históricos ocultos e extremismo religioso, Robert e Ambra precisam escapar de um inimigo atormentado cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha.
Alguém que não hesitará diante de nada para silenciar o futurólogo.
Numa jornada marcada por obras de arte moderna e símbolos enigmáticos, os dois encontram pistas que vão deixá-los cara a cara com a chocante revelação de Kirsch… e com a verdade espantosa que ignoramos durante tanto tempo..

Origem é o sétimo livro de ficção do escritor Dan Brown e o quinto a ser protagonizado pelo simbologista Robert Langdon.
Conforme sinopse divulgada pela editora, o livro é ambientado na Espanha, país em que o autor viveu na adolescência e percorre lugares como Mosteiro de Montserrat, a Casa Milà e A Sagrada Família, em Barcelona, o Museu Guggenheim, em Bilbao, o Palácio Real de Madri e a Catedral de Sevilha.
Acostumado a histórias eletrizantes Robert Langdon dessa vez terá a companhia de Ambra Vidal, a diretora do Museu.
Na história, nós o acompanhamos até a Espanha para lidar com as duas questões que mais atormentam a humanidade: de onde viemos e para onde vamos?
Agora o simbologista não envereda pelos símbolos e desenhos renascentistas, como no clássico “O Código Da Vinci”, e sim se debruça sobre arte moderna e usa tecnologia de ponta.
O último livro de Dan Brown com Robert Langdon foi “Inferno”, lançado em 2013, e que ganhou uma adaptação para os cinemas no ano passado

Se vai ser recheado de cenas de ação, algumas absolutamente inverossímeis, muita correria, suspense, mistério, pistas, uma teoria de conspiração e um amigo que se voltou para o lado sombrio da força??????
Muito provavelmente, mas quem é que liga para os clichês???
Dan Brown, autor de thrillers como O Código Da Vinci, Anjos e Demônios e Inferno, está de volta, e a contagem regressiva para ter em mãos o novo livro já começou.
Será lançado mundialmente em 3 de outubro, nos EUA pela Doubleday, no Brasil pela Editora Arqueiro e em Portugal pela Bertrand Editora.

Eu leio até lista de supermercado dele e vocês gostam do autor???
Se gostam, me contem qual o livro ou filme favorito dele??

Abraços Literários e até a próxima.





domingo, 24 de setembro de 2017

Neve na Primavera-

                                                                              

Sinopse- Seattle, 1933, Vera Ray dá um beijo no pequeno Daniel e, mesmo contrariada, sai para trabalhar. Ela odeia o turno da noite, mas o emprego de camareira no hotel garante o sustento de seu filho. Na manhã seguinte uma nevasca desaba sobre a cidade.
Vera se apressa para chegar em casa antes de Daniel acordar, mas encontra vazia a cama do menino. O ursinho de pelúcia está jogado na rua, esquecido sobre a neve.
Na Seattle dos dias atuais, a repórter Claire Aldridge é despertada por uma tempestade de neve fora de época. Designada para escrever sobre esse fenômeno, que acontece pela segunda vez em setenta anos ela se interessa pelo caso do desaparecimento de Daniel Ray, que permanece sem solução, e promete a si mesma chegar à verdade. Assim descobrirá, também, que está mais próxima de Vera do que imaginava.

Da autora li Violetas de Março, que vocês conferem aqui e como é característica de sua escrita a história se passa em dois tempos distintos, além de narrar um episódio incomum.
Aqui temos a história de duas mulheres que vivem em duas épocas diferentes, Vera em 1933 e Claire nos dias atuais.
Algo de extraordinário aconteceu duas vezes em Seattle em um espaço de tempo de 80 anos: uma grande nevasca atingiu a cidade no mês de maio, bem na primavera do hemisfério norte; algo raro.
Vera é mãe de Daniel, um garotinho de três anos, que precisa deixar o filho sozinho em casa durante a noite para trabalhar como camareira no hotel mais elegante da cidade. Em um dia ela termina seu turno e se prepara para voltar para casa de manhãzinha quando descobre que houve uma nevasca na cidade, em plena primavera.
Preocupada que ele tenha passado frio durante a noite ela fica ansiosa para chegar em casa antes que seu filhinho acorde. Após uma árdua caminhada chega em casa e se depara com a cama vazia. Sua busca desesperada pelo filho só termina quando Claire desvenda o mistério.
Claire trabalha no jornal Seattle Herald e passou por uma experiência traumática a pouco tempo. Aparentemente seu casamento anda mal porque ela e seu marido não souberam como lidar com a situação. Desanimada com as matérias em que trabalha, se depara com a história de Daniel e algo reacende dentro dela que decide só parar de investigar quando descobrisse toda a verdade.
Parece um clichê, alguém sem motivação porque sofreu uma perda que de repente se interessa por uma história e tudo termina bem, mas a autora soube conduzir a trama de maneira diferenciada e os capítulos intercalados entre o ponto de vista de Vera e de Claire ajudam a deixar a trama ainda mais instigante.
A cada capítulo conhecemos mais sobre a vida de ambas e ao mesmo tempo em que nos preocupamos em saber como a história de Vera termina, procuramos entender como tudo chegou aquele ponto e queremos ver se Claire consegue resolver a própria vida.
É uma história sobre perdas com uma pegada de mistério e escrita num tom sensível de humanidade que causa empatia.
O desenrolar da narrativa é previsível, mas apesar de não ser um livro perfeito emociona e cumpre seu papel de entreter.

Abraços Literários e até a próxima.




sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Diversos Versos, Inversos e Reversos #34

                                                                                  

Primavera
Cecília Meireles

A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.


Cada um de nós, à sua maneira, extrai da vida a poesia que nos cabe.

Abraços Literários, beijos poéticos, flores para perfumar o caminho e até a próxima.