Queremos convidar você a fazer uma viagem, uma viagem mágica, por diversos países, culturas, hábitos, épocas, onde sua imaginação quiser e você se permitir...

Viajar pelas páginas de nossos livros, por vários gêneros, escritores anônimos e ilustradores e também os ilustres escritores: romances, aventuras, comédias, mistérios, épicos, auto-ajuda, poéticos, didáticos... toda leitura faz o ser humano conhecer, abranger, crescer...

Neste blog vamos divulgar, sugerir, incentivar, um espaço para interagir com você, que vai ser nosso seguidor ou dar apenas uma espiadinha, mas será sempre bem-vindo, como aquele amigo que senta para tomar um café e conversarmos sobre aquelas páginas de um livro que mais nos marcou, ou aquele que estamos lendo no momento, então fica aqui nosso convite, entre no nosso blog, tome um café, enquanto passeia pelos nossas postagens, interaja conosco sempre, estamos aqui na rede aguardando a sua chegada.


Abraços literários.


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domingo, 10 de dezembro de 2017

Café DIY- Cordão de luzes de led

                                                                            

Olá bebês!
Hoje trago um DIY bem fofíneo e beeeeeeem facinho de fazer com luzes de led para enfeitar seu Natal e que pode ser usado depois como luzes de camarim.
Vamos lá?????

Material: Luzes de led branca ou na cor que você preferir, tem que ser led mesmooooooo tá que é pra não “incendiar” as bolinhas. Pode ser pisca-pisca ou estática, com fio ou com pilha, pessoalmente acho com pilha mais prático, já que não precisa de tomadas. (Só eu acho que as paredes deveriam ter duzentas tomadas uma para cada coisa?)
Bolas de pingue-pongue
Tesoura, estilete ou faca com ponta, nesses casos, faça um X e então siga fazendo movimentos circulares para conseguir o furo, se usar uma furadeira é só furar, eu achei mais fácil de usar a furadeira :D , do outro jeito quebrei muitas bolinhas :/

                                                                                        


O passo a passo é beeeeeeeeeeeeem simples:

Com a tesoura, estilete ou furadeira (e com muitooooooo cuidado) faça um furo na bola de pingue-pongue. Faça um pequeno furo, onde está a marca na bola assim não aparece a parte escrita, e vá aumentando à medida que você testa o encaixe da lâmpada na abertura, preferencialmente sem deixar ficar frouxo para não cair a lampadinha, massssssssss se você errar use fita crepe, fita adesiva ou até cola quente para prender a bolinha :)

                                                                               

E se quiser incrementar depois de furar as bolinhas, passe-as numa mistura de metade água metade cola branca e salpique glitter por cima girando para pegar de todos os lados.
Também pode usar a mesma técnica da cola/água, para usar em balões de aniversário, o ideal é usar do número 0 ao número 3, encher (se você arrasa no fôlego manda ver, sopre como se não houvesse amanhã, se você é péssima nisso tipo euzinha, use uma daquelas bombinhas para encher as bexigas), pincele o balãozinho com a mistura de cola/água, pegue um barbante ou linha colorida e enrole no fofíneo até preencher totalmente.
Passe mais cola/água e deixe secar completamente de um dia para o outro. Daí com uma agulha é só furar o balãozinho e introduzir a lampadinha do pisca de led!

                                                                                       



Dá pra fazer também miolo de florzinhas de fuxico e até usar naqueles buquês de flores de seda fica muito amorzinho <3

O passo a passo peguei nesses três sites, aqui, aqui e aqui, mas tem um monte de vídeo no YT mostrando cada etapa do DIY.


Dá pra enfeitar guirlanda, colocar na porta, pôr no pinheirinho, numa árvore, num vasinho, na parede, na janela, no espelho do quarto, etc, etc e etc rsrsrsrs

Abraços literários e até a próxima.



quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Assassinato no Expresso do Oriente-

                                                                               

O filme adaptado do romance da autora mais vendida do mundo, Agatha Christie, Assassinato no Expresso do Oriente que foi publicado pela primeira vez no Reino Unido, em 1934 é dirigido e estrelado pelo ator e cineasta norte-irlandês Kenneth Branagh responsável por dar um toque de humor ao longa.
A história gira em torno de um assassinato dentro de um luxuoso trem por volta da meia-noite.
Cabe então ao detetive Hercule Poirot (Branagh) desvendar esse mistério, que a princípio, tem cada um dos passageiros e tripulantes como suspeitos.
A trama começa com a viagem do imponente trem pela Europa. Poirot é convidado a entrar no vagão de última hora. Durante a viagem, o público vai conhecendo um pouco mais de cada um dos 13 passageiros.
Porém, na metade do trajeto, há uma nevasca, e o veículo descarrilha. Nesse meio tempo, Edward Ratchett (Johnny Depp), um magnata que havia pedido ajuda ao detetive anteriormente para que ele fosse seu guarda-costas, é morto com 12 facadas.
Então, entra em ação a inteligência de Poirot, o melhor detetive do mundo.
Cheio de manias e obsessivo pela perfeição – daqueles que não podem ver uma gravata um tantinho torta que já reclama, Poirot começa a interrogar cada um dos passageiros e descobre que todos eles tinham algum motivo para estar na cena do crime ou algum tipo de desavença com Edward.
Dessa forma, e com o trem parado, o quebra-cabeças vai sendo montado, e a cada nova sacada do detetive, mais pistas são dadas aos expectadores.
Além de Branagh e Depp, há participações de Penélope Cruz, Michelle Pfeiffer e Willem Dafoe.
Excelente entretenimento acerta em cheio no modo como desenvolve seus conflitos e mistérios.
A história começa um tantinho morna, mas, quando todos embarcam no trem, nós viajamos junto!
A partir daí são quase duas horas de filme que voam!
A cada nova pista descoberta pelo detetive dá mais fôlego a uma obra nada óbvia e o final reserva grandes surpresas para os fãs de um bom mistério.

Recomendadíssimo.


Abraços Literários e até a próxima.


sábado, 2 de dezembro de 2017

Assassinato no Expresso do Oriente-

                                                                            


Sinopse: Nada menos que um telegrama aguarda Hercule Poirot na recepção do hotel em que se hospedaria, na Turquia, requisitando seu retorno imediato a Londres. O detetive belga, então, embarca às pressas no Expresso do Oriente, inesperadamente lotado para aquela época do ano. O trem expresso, porém, é detido a meio caminho da Iugoslávia por uma forte nevasca, e um passageiro com muitos inimigos é brutalmente assassinado durante a madrugada. Caberá a Poirot descobrir quem entre os passageiros teria sido capaz de tamanha atrocidade, antes que o criminoso volte a atacar ou escape de suas mãos.


Publicado em 1934, Murder on the Orient Express, consagrado como um clássico policial, a obra que completou aniversário de 80 anos em 2014 e já rendeu três adaptações cinematográficas, 1974, 2001 e 2010 chega agora às telonas em novíssima versão!
Só no ano de sua publicação, o livro rendeu 3 milhões de cópias, tornando-se uma das obras mais bem sucedidas de sua autora, Agatha Christie, a “Rainha do Crime”, tendo o seu lugar garantido entre os clássicos policiais.  
Agora vamos a pergunta que não quer calar: E se você ultra fofínea/o, isolada/o do mundo, presa/o num trem no keio de uma nevasca e uma única certeza – há um assassino entre os passageiros.
E aí bebês? É de arrepiar não é?
Pois então sejam bem-vindas/os ao Expresso do Oriente!

                                                                                          


Hercule Poirot, um detetive aposentado, retorna à Londres pois sua presença fora solicitada com urgência. Por sorte conseguiu uma vaga no trem atipicamente lotado nessa época do ano.
Como sua fama o precede é abordado por um estranho que solicita seus serviços, alega que está correndo risco de morte e precisa de segurança.
Poirot nega ajuda. O crime ocorre e o homem é encontrado morto com lacerações pelo corpo.
O trem está parado, a nevasca cobre tudo, quem será o assassino?
Narrativa contagiante, viciante, instigante, envolvente cuja imersão é inevitável.
O ambiente foi bastante criativo, de repente nos vemos juntinho com todos aqueles passageiros de nacionalidades diferentes e idiomas variados, unidos apenas pela suspeita de um crime.
O desafio é real e fica o convite para que você participe da investigação e tente descobrir o final.
Que aliás quando li pela primeira vez, e era uma pirralhinha, me surpreendeu bastantão.
De lá pra cá já li outras três vezes e sempre me encanta tantas nuances e detalhes.
E continua sendo de Agatha Christie, um dos meus livros favoritos da vida <3
A capa do meu livro é a primeira, mas essa última com sobrecapa do filme com pôster já está viajando aqui para o meu cantinho de leitura \0/


Abraços Literários e até a próxima.






terça-feira, 28 de novembro de 2017

Cine Clube #31: Planeta dos Macacos: A Guerra-

                                                                                       


Sinopse- César e seu grupo são forçados a entrar em uma guerra contra um exército de soldados liderados por um impiedoso coronel. Depois que vários macacos perdem suas vidas no conflito, César luta contra seus instintos e parte em busca de vingança. Dessa jornada, o futuro do planeta poderá estar em jogo

A partir do clássico de 1968, estrelado por Charlton Heston e intitulado “O Planeta dos Macacos”, foi criada uma nova série de filmes, que explicam o que ocorreu antes da história contada na produção.
Planeta dos Macacos: A Guerra”, encerra essa trilogia que começou em 2011 quando fomos apresentados à história de Cesar em Planeta dos Macacos: A Origem onde um macaco depois de ser  instrumento de teste para uma vacina contra o Alzheimer, desenvolve uma inteligência singular em um laboratório responsável pela criação de um vírus que extermina a maior parte da humanidade.
Em 2014 a história ganhou seu segundo filme  Planeta dos Macacos: O Confronto, onde vimos Cesar assumir um exército símio para lutar contra os humanos que ainda restaram e que pretendiam exterminar os macacos da Terra.
Agora chega a vez da conclusão da trilogia, o capítulo final:  Planeta dos Macacos: A Guerra.
Em tudo mais grandioso que seus já excelentes antecessores, este terceiro longa completa a história de Cesar de maneira épica e emocionante.
E a humanidade já não parece mais tão amigável.
Desta vez encontramos os macacos estruturados em uma quase-civilização, mas ainda perseguidos pelo homem, em especial pelo exército comandado pelo “Coronel”, interpretado pelo excelente Woody Harrelson, um obcecado militar cujo objetivo na vida é exterminar os macacos do planeta antes que eles exterminem a raça humana.
No filme dos anos 60, um astronauta pensa estar em um planeta habitado por macacos, quando na verdade está na Terra, agora dominada pelos animais.
Em Planeta dos Macacos: A Guerra o protagonista é novamente o macaco Cesar, líder de sua espécie.
Na narrativa, os macacos estão refugiados na selva, enquanto travam uma terrível guerra contra os homens.
Siiiiiiiiiiiim já sabemos como essa guerra vai terminar, mas como nos ensinou o diretor Matt Reeves não é o final que importa. Ao vermos em cena a ascensão de Cesar, testemunhamos um pouco da história do cinema sendo (re)escrita. Se em 1968 encontramos Charlton Heston já em uma Terra tomada pelos símios, agora vemos como o planeta chegou naquele estágio.
Repetindo seu estupendo trabalho, Andy Serkins mais uma vez empresta movimentos e voz a Cesar utilizando a tecnologia “motion capture” que capta as expressões da face do ator dando vida a um personagem digital na tela.
A perfeição é facilmente notada já que há muita emoção em cena, em diversas situações de dor e sofrimento.
As cenas são absolutamente incríveis e é preciso frisar que não existe um único macaco em cena, são todos construídos digitalmente.
Se A Origem falava sobre sobrevivência dos humanos e O Confronto sobre ambos os lados lutando por esta mesma sobrevivência, em Planeta dos Macacos: A Guerra o grande tema é a empatia. Família, refúgio, compaixão, amizade, carinho, amor, raiva, vingança, justiça e lealdade.
Maurice, “Macaco Mau” (que de mau não tem nada, e siiiiiiiiim você vai se apaixonar por ele) e a pequena “Nova” vão conquistar o coração de muitos e provar que família pode ter as mais diversas configurações.

 A Guerra é o final da saga de Cesar, masssssssssss o diretor já disse que não será o último filme. 
Para Reeves ainda há muito a ser contado até chegar no ponto onde o filme de 1968 começa.
E nãoooooooooooooooo, uma certa estátua ainda não cairá, se é isso que você está esperando :p
Mais do que o embate em si, há muita violência e cenas difíceis de assistir, o marcante neste filme são os motivos que levam ambos ao conflito, ou seja, o título deste longa é muito mais relevante do que o confronto de exércitos.Temos tensão do início ao fim, mas somos surpreendidos pela forma como o roteiro é conduzido e percebemos que a guerra é muito mais interna e psicológica do que de fato armada em um campo de batalha.

Épico, impressionante, grandioso e visceral, Planeta dos Macacos: A Guerra fecha com maestria aquela que será uma das trilogias mais marcantes dos anos 2010.
Parabéns para Reeves que manteve a qualidade ascendente em todos os filmes, sem perder a qualidade técnica nem a linearidade e coerência de continuidade; para Serkis, perfeito e para o cinema que nos presenteou com essa obra prima.
O realismo é incrível nesse que é um dos grandes filmes do ano e cujo conjunto da obra (personagens, direção, efeitos, produção e música) deixa a sensação de missão cumprida e o gostinho de quero mais.
Torcemos agora para que a maestria de produção seja percebida e premiada à altura de sua qualidade.
E fica a torcida para que quem sabe não é dessa vez que Andy Serkis leva um Oscar por sua incrível atuação!


Absolutamente recomendadíssimo!
Abraços Literários e até a próxima.



domingo, 26 de novembro de 2017

O canto mais escuro da floresta-

                                                                                  

Sinopse- Hazel e seu irmão, Ben, moram em uma cidade onde humanos e fadas convivem. A magia aparentemente inofensiva desses seres atrai turistas de todas as partes, que querem ver de perto as maravilhas do lugar e, principalmente, o garoto de chifres e orelhas pontudas que descansa em um caixão de vidro. Hazel e Ben eram fascinados pelo garoto quando crianças. Mas, à medida que crescem, as histórias e teorias que inventavam perdem o encanto. Eles sabem que o garoto de chifres nunca acordará... Até que um dia ele acorda.

Agora, os irmãos precisam se tornar os heróis que fingiam ser em suas brincadeiras e desvendar os mistérios que envolvem aquele príncipe com chifres.
Uma história repleta de magia e mistérios, da autora de As Crônicas de Spiderwick

A narrativa se passa na cidadezinha de Fairfold, onde as vidas dos humanos e das fadas se cruzam e tudo se concentra no garoto de chifres que descansa num caixão por décadas, na floresta.
Todo turismo gira em torno da magia e os mistérios que reserva esse cenário.
Conhecemos os irmãos Hazel e Ben, que durante a infância caçavam monstros na Floresta e conheciam todos os perigos a que estavam expostos e a principalmente não fazer acordo com as fadas.
Numa espécie de recontagem do conto João e Maria, eles tem seu jeito peculiar de caçar as criaturas. Ben com seu dom da música e Hazel, uma espécie de amazona muito boa com espadas.
Os mistérios não param e aterrorizam todos seus habitantes, e principalmente nossos protagonistas, quando o príncipe simplesmente desaparece, e tudo que lhe foi confiado podem ser usado contra os irmãos, ou, não.
A vida normal e as preocupações de adolescentes ficam de lado quando um terrível monstro põe em risco o destino de todos.
Quais segredos são possíveis guardar? Alguma lenda antiga pode ajudá-los a resolver os mistérios ocultos? Em quem confiar?
O início, muito lento, não prende a atenção mesmoooooooo, mais de 100 páginas foram viradas compulsivamente num ato desesperado de embarcar na leitura.
Em compensação, depois que a narrativa passa a ser mais fluída, você já foi fisgado e não consegue mais parar de ler.
Na escrita da autora, histórias de world building, onde elementos fantásticos e temas da atualidade se fundem numa história com personagens repletos de significados e muito bem construídos onde dá para visualizar além das características físicas as intrínsecas como sentimentos de amor, amizade, companheirismo e principalmente a responsabilidade por seus atos.
Hazel é uma menina forte e corajosa e Ben é um menino frágil e amoroso. A combinação perfeita!
É um livro que não foge dos clichês, mas ao mesmo tempo complexo, algumas passagens surpreendem, não eram nem de longe o que eu esperava.
O livro fala da importância da relação entre irmãos, dos segredos que às vezes escondemos das pessoas que amamos e das consequências disso.

Como minhas expectativas estavam laáááááááááá nas alturas, confesso que não amei tanto assim.
Mas se vocês que gostam do gênero fantasia stand alone e do contraste entre o mundo fantástico e o real criando paralelos interessantes e situações originais se joguem.



Abraços Literários e até a próxima.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Cartas Amarelas-

                                                                           
                                               
Me apaixonei assim que vi a capa do livro Cartas Amarelas!
O autor é o Gui Poulain, da web série “O Chefe e a Chata”.
Em seu blog ele conta que a ideia surgiu em 2012 quando foi estudar confeitaria em Paris e que como sempre teve o hábito de enviar cartas pelo correio para os amigos, em envelopes amarelos, começou na época a coluna intitulada Cartas Amarelas, no blog Moldando Afeto, para compartilhar o que vivia por lá e a descoberta de novas alquimias, fossem na mistura de ingredientes, fosse na convivência com novas pessoas descobrindo uma nova cultura.
Esse livro reúne 50 “cartas amarelas” que contam essa história e 70 receitas, entre ilustrações e fotografias, tudo recheado de afeto.
Cada detalhezinho da obra foi pensado pra que ele saísse o melhor possível: foi pensado pra quem quer tê-lo à mão na cozinha, por isso, capa dura e costura das foscas páginas para protegê-lo de acidentes e evitar que as páginas se soltem com o uso, mas também pra quem quer deixar ao lado da cama pra ler uma carta antes de dormir. Seu formato, 18,5 x 25 cm é confortável pra quem quiser ler onde for, e ao mesmo tempo grande o suficiente para destacar cada trabalho em ilustração e imagens.
São 232 páginas com receitas divididas em categorias: Receitas pra quem mora sozinho; Receitas de família; Uma pequena volta pela França em 5 receitas; Piquenique; Receitas para se fazer e comer a dois; Para reunir os amigos; Para um aniversário com ternura; Doces docinhos e outros nem tão doces assim; Pra deixar o verão mais fresquinho; A grama mais verde é aquela que você cuida; Delicadeza, receitinhas para distribuir afeto; Pra quem precisa gastar pouco tempo cozinhando e É bom deixar as coisas irem, coisas pesam.

Cartas Amarelas não é apenas um livro de receitas.
Ali tem muito afeto envolvido. Um charmoso, colorido e caprichado compilado de ilustrações, caligrafias, receitas, textos e fotografias.
Os textos, escritos em formato de cartas, relatam momentos vivenciados em Paris, durante o período de um ano em uma vibe ao mesmo tempo nostálgica e cheia de esperança.
A caligrafia remete à poetice e é acolhedora dando a sensação de que fomos transportados para Paris.
Ler as cartas é uma delícia, mesmo quando curtinhas trazem mensagens fofas e é possível imaginar os lugares assim como sentir cada abraço final: doce, cheio de farinha, apertado ou distante...
No final tem o índice que separada as receitas doces das salgadas, todas com informações.
Um amorzinho <3


Abraços literários e até a próxima.




segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Nove regras a ignorar antes de se apaixonar-

                                                                                      


Sinopse: A sonhadora Calpúrnia Hartwell sempre fez tudo que se espera de uma dama. Ainda assim, dez anos depois de ser apresentada à sociedade, ela continua solteira e assistindo sentada as jovens se divertirem nos bailes.
Callie trocaria qualquer coisa por uma vida de prazeres. E por que não se arriscar? Sem nada a perder, a moça resolve listar as nove regras sociais que mais deseja quebrar, como beijar alguém apaixonadamente, fumar charuto, beber uísque, jogar em um clube para cavalheiros e dançar todas as músicas de um baile.
E depois começa a quebrá-las de fato. Mas desafiar as convenções pode ser muito mais interessante em boa companhia, principalmente se for uma que saiba tudo sobre quebrar regras. E quem melhor que Gabriel St. John, o marquês de Ralston, para acompanhá-la? Afinal, além de devastadoramente lindo, ele é um dos mais notórios libertinos de Londres. Contudo, passar tanto tempo na companhia dele pode ser perigoso. Callie, se não tiver cuidado, pode acabar quebrando a regra mais importante de todas – a que diz que aqueles que buscam o prazer não devem se apaixonar

A autora cria personagens adoravelmente irreverentes e nos presenteia com protagonistas de personalidade que não se deixam rotular pela sociedade.
Isso em uma Inglaterra no século XIX onde o “perfeito” era um único padrão de beleza e as mulheres sofriam graves consequências se não fossem recatadas ou não tivessem um comportamento “adequado”.
Aqui a obra gira em torno de Lady Calpúrnia e de sua lista de nove regras a ignorar.
Como filha mais velha de um conde ela foi criada para ser exemplo de boa conduta e para encontrar um bom marido. Porém ser uma mulher educada e respeitável não a ajudaram a alcançar seus objetivos.
Sob o título de a filha feia, inúmeros bailes sem dançar, e pedidos de casamento interessados apenas em seu dote, ela é considerada uma solteirona.
Então Callie resolve fazer tudo o que sempre sonhou e para isso lista nove itens que almeja cumprir corrompendo assim sua honra imaculada.
E nessa aventura, nada convencional, que a coloca em várias enrascadas, vai contar com a ajuda do maior libertino de Londres: Gabriel, o marquês de Ralston que depois de um acordo improvisado a ajudará acabar com sua reputação de boa moça enquanto ela o ajudará a inserir sua meia-irmã na sociedade.
O único problema é que durante esse acordo eles vão perder algo que não esperavam: seus corações.
Temos aqui uma protagonista que de tanto ouvir que era feia passou a acreditar nisso e que com sua permissão muitas vezes se viu diminuída perante outras pessoas.
Porém quando lista as nove coisas que sonha fazer, algo dentro dela muda, em sua luta silenciosa e interior decide buscar um outro destino e encontrar a tal da felicidade.
Uma história de força, determinação, beleza que foge dos padrões pré estabelecidos e crescimento pessoal.
Uma jovem que desenvolve a autoestima e luta pelo direito de ser feliz.
Um ponto positivo é a construção do romance, nada de romance instantâneio aqui, a evolução é trabalhada a cada item cumprido de sua lista sendo assim ela se torna mais e mais interessante aos próprios olhos e aos de Gabriel.
A leitura é leve e divertida.
O final é previsível o que não tira os méritos da obra.

Recomendado se você gosta de romances de época com uma narrativa divertida e descompromissada ou não quer se envolver numa leitura complexa que desafia seus neurônios a cada página virada.

Abraços Literários e até a próxima.